quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O futebol caminha em ciclos que se encerram e toda início de temporada se reinventam




O tempo é uma constante que tem apenas o sentido da dianteira. Em frente e avante. Por mais que em alguns momentos seja necessário devanear uma “escapadela” ao passado, é impossível reviver em todas as suas sutilezas o que a vida encaixou nos alfarrábios das nossas memórias. A mente brinca de forma torturante em diversos momentos, e sempre nos faz recordar com nostalgia ou desgosto de um período, que inevitavelmente deixou marcas suficientes para serem cutucadas, instigadas e em alguns casos, entendidas.
A imposição de ciclos para facilitar a nossa compreensão de tempo, demonstra que devemos ter propriedade doa decisões tomadas em tempos passados, para que não possamos incorrer em erros semelhantes no presente, que inexoravelmente construirão o nosso futuro.   Essa ideia de recomeço é presente em início de temporada para os times de futebol. A pré-temporada torna visível os nortes que serão seguidos pelos times. Impõe, em sua grande maioria, uma leitura equivocada em relação ao desempenho do clube durante todo o ano. Não podemos medir a (im)possibilidade de ser campeão apenas por alguns amistosos ou conquistas de campeonatos curtos que são utilizados, em sua grande maioria, para testar jogadores que estão se adequando aos novos esquemas táticos que serão implantados pelos técnicos.
Claro, que sou favorável à realização de torneios de início de temporada. Mas, abro os olhos para a empolgação de jogadores em relação a essas conquistas. Torcedores têm todo o direito de estarem eufóricos com seus times, mas quem está dentro de campo, ralando e suando a camisa, não pode deixar-se levar por resultados positivos em início de temporada. Ser campeão é positivo, acalma e suaviza o ambiente de trabalho. Entretanto, é apenas o início de uma temporada, que devido ao calendário de competições será desgastante e exigirá o melhor da condição física e técnica dos atletas em 2015. É notório, que estou referindo-me ao futebol maranhense, principalmente Moto Clube e Sampaio Côrrea, que irão disputar o Campeonato Maranhense, a Copa do Brasil, a Copa do Nordeste e o Campeonato Brasileiro das séries B e D.
Os nossos representantes em competições regionais e nacionais sabem que ainda devem suar muito a camisa para encontrar o melhor condicionamento físico e entrosamento de seus atletas. O trabalho será árduo e constante. Não vislumbro grandes perspectivas, principalmente na Copa do Brasil e Copa do Nordeste. Tenho a compreensão que essas duas competições serão importantes para a necessidade de reforçar com peças significativas os elencos de Moto e Sampaio. Não estou aqui desqualificando o plantel dos times, apenas acredito que ambos têm uma competição importante, que é o Campeonato Brasileiro, em suas respectivas séries, para serem conquistados, ou alcançados os acessos às divisões ascendentes. O ano de 2014 pode ser tomado como exemplo, e aqui vamos buscar nos alfarrábios das nossas lembranças os erros e acertos. Podem até dizer que as personagem são outras, mas reafirmo que o desconhecimento do passado nos coloca na condição de repetirmos os erros anteriores.
E assim, dentro do futebol a compreensão e necessidade de uma caminhada cíclica é extremante evidente para o sucesso ou fracasso dos times. Em 2015 teremos um ano ímpar para o futebol maranhense que volta a ser valorizado nacionalmente. Acredito que esta realidade seguirá uma constante na linha temporal do futebol brasileiro, e cabe aos dirigentes dos times maranhenses, torcida e imprensa local, fertilizar, plantar e colher os frutos necessários para manter as condições intrínsecas do sucesso que alcançamos com muito trabalho e valorização do nosso futebol.

Conseguimos primeiro valorizar o nosso “jogo jogado” e só após tivemos a grata satisfação de vê-lo sendo respeitado pelo resto do país. Primeiro aprendemos a amar e respeitar, e só depois desse reconhecimento dentro de casa, é que nos foi apresentada a condição de enxergar o nosso futebol sendo admirado pelos seus feitos. E dessa forma o futebol maranhense vai caminhando; com seus fantasmas, desencontros e acertos. A mistura de uma grande enciclopédia futebolística é a síntese da grandeza do nosso esporte mais querido.

Maranhão Vôlei merece todo o apoio da torcida



Não conheço nenhum time que foi campeão em sua primeira temporada. Tão pouco, foi dono de uma campanha extraordinária em uma competição onde os demais times já estão acostumados a disputa-la. É bem verdade, que existem exceções, e podemos ver um fenômeno acontecer de forma valorosa. Mas, guardadas as suas devidas proporções, não passam de utopias que ocorrem vez ou outra.
Com relação ao Maranhão Vôlei, é bem esse cenário que pintaram: um time que vai entrar e brigar diretamente com os demais em plena igualdade de condições. Esquecem os mais inflamados, que existem times no cenário nacional que possuem em seus elencos atletas que compõem a Seleção Brasileira de Vôlei.
É importante uma boa campanha, vencer jogos e conquistar os torcedores. Entretanto, o amadurecimento do time com a própria competição vem com o tempo. Essa tônica foi a mesma utilizada pelo Maranhão Basquete, que apenas no ano seguinte à sua estreia teve uma campanha favorável às pretensões dos dirigentes, jogadoras e torcida.
É importante que tenhas calma com o Maranhão Vôlei. Acredito que em 2016 as coisas serão diferentes. Uma coisa podemos citar como positiva: o Maranhão está presente no cenário nacional dos esportes de quadra, como Basquete e Vôlei.

Devemos incentivar essa prática e torcer nos ginásios para as nossas atletas. O torcedor maranhense merece o presente que está vivenciando.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A eterna anedota da ausência de laudos nos estádios maranhenses



A ideia de ciclo que se contempla e o ressurgimento para uma nova realidade não fazem parte da história dos estádios de futebol no Maranhão.
Afunda-se na ridicularização a situação dos estádios aqui por essas bandas do Brasil, que um dia foi dito como “o país do futebol”.
Como um filme enfadonho e repetitivo, observamos diante dos nossos olhos a amadora “Tragédia Grega” da falta de estrutura mínima para a realização de uma partida de futebol.
É esdruxula a falta de preparo no intuito de entender que os estádios devem ter laudos técnicos para realização de jogos de futebol.
Todos os anos a anedota repete-se: estádios de futebol no Maranhão não podem receber jogos do Campeonato Maranhense.
Por favor, é necessário que venhamos a profissionalizar quem toma conta dos nossos estádios.
A Federação Maranhense de Futebol (FMF) em matéria veiculada em seu site, informa a situação dos estádios e a condição de portões fechados em quase todos os jogos, com exceção da partida entre Moto Clube e Cordino, no Castelão, dia 01 de fevereiro, às 17h.
Na mesma matéria a FMF expõe que “os laudos de todos os estádios aonde acontecerão jogos terão que ser entregues até o dia 29 de Janeiro, às 17h”. Então, cria-se a ambiguidade no texto. Afinal de contas; os jogos irão acontecer de portões fechados pela falta de laudos ou há a existência de outros motivos? Se todos os laudos forem entregues os jogos terão público nos estádios? Com as respostas a FMF.
A portaria nº008/2015, que teoricamente esclareceria essas perguntas, não está disponível no site da FMF, e isso é estranho, ou no mínimo sugestivo, que as informações não se encontrem claras com relação a essa questão. O Campeonato Maranhense 2015 ainda nem começou e as penumbras já apresentam os fantasmas deste ano.

Venda de ingressos
A FMF também apresentou os valores a serem cobrados nos estádios durante o Campeonato Maranhense de 2015. De acordo com a Federação ficarão reservados 40% do total dos ingressos para estudantes e idosos, com 50% de abatimento em todos os jogos e estádios.

Castelão - São Luís
R$ 20,00 setores 1, 2, 3, 5 e 6
R$ 40,00 setor 4
R$ 50,00 cadeira coberta

Nhozinho Santos - São Luís
R$ 20,00 arquibancada
R$ 40,00 cadeira coberta

Dário Santos - São José de Ribamar
R$ 10,00 arquibancada

Frei Epifânio d'Abadia - Imperatriz
R$ 20,00 arquibancada
R$ 40,00 cadeira coberta

Leandrão - Barra do Corda
R$ 10,00 arquibancada

Cazuza Ribeiro - Balsas
R$ 10,00 arquibancada

Cardosão - Araióses
R$ 10,00 arquibancada

Rodrigão - Santa Quitéria

R$ 10,00 arquibancada

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Oscilação pode acabar com chances de ascensão dos times maranhenses




A tremenda oscilação em casa, a apatia e até mesmo uma dose de desleixo, podem determinar o fim do sonho de ascensão tanto para o Sampaio Corrêa quanto para o Moto Club. Chegam a parecer um ritual macabro os intermináveis tropeços cometidos pelos clubes em jogos como mandantes. Pode-se apontar uma falha específica? Acredito que existe uma união de desencontros que hora perpassa pela “preguiça” dentro de campo, e em outros momentos pelas interferências dos técnicos que parecem conhecer pouco o material humano que tem dentro do seu conjunto.

É para ligar o sinal de alerta? Acho que no caso relacionado ao Sampaio a questão é até mais cômoda, por que está supostamente garantido na Série B. Mesmo com cinco jogos a serem disputados em seu domínio, é muito porco provável que o “Tubarão” consiga o tão sonhado acesso à Série A.

Em relação ao “Papão do Norte”, a tarefa é fazer gol(s) em um time que não tomou nenhum dentro de casa, e vencer um adversário até o momento imbatível em seus domínios. A tarefa do Moto é complicada e árdua, muito pelo quadro limitado que o time dispõe. É bom lembrar, que o “Papão” não tem vaga garantida na Série D do ano que vem. Para participar da mesma competição no ano que vem o time terá antes que ralar no Campeonato Maranhense de 2015.

Fora todos esses percalços que envolvem o futuro do futebol maranhense nessas duas competições, ainda há a interferência (in)direta da arbitragem, que vem influenciando (in)diretamente em vários resultados nos jogos das quatro divisões do Campeonato Brasileiro. É necessário que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) busque uma solução em relação ao que está acontecendo dentro de campo. O questionamento é necessário em um país democrático, e o futebol não deixa de ter essa característica. Não é aceitável que o arbitro tenho um posicionamento arbitrário dentro de campo. Respeito não é imposto, é conquistado.

Um simples exemplo: o jogo do Sampaio Corrêa contra o Vasco da Gama foi uma sucessão de erros do trio de arbitragem. Resumo da ópera – o “Tubarão” poderá ser punido em um jogo ao qual foi vitima de uma arbitragem despreparada, e no mínimo tendenciosa. O espetáculo em questão e o time “Cruzmaltino” não precisavam desse triste episódio. É lamentável, porém sintetiza a realidade que se vive dentro do futebol maranhense.

Todos esperam que seja feita justiça, não aqui tentando ratificar os atos de indisciplina dos jogadores, mas que fosse levada em consideração a conjuntura e reais situações da partida. Como conheço a CBF e sei que em relação a times do eixo Rio-São Paulo os pesos e medidas são diferentes, infelizmente serei testemunha da culpabilidade arbitrária do Sampaio Corrêa.

Gilton Ribeiro convoca a torcida para jogão contra o Náutico




O lateral esquerdo Gilton Ribeiro já se mostra bem ambientado com o restante do grupo Tricolor. Há pouco mais de um mês incorporado ao elenco, o jogador chegou num momento crucial, para suprir o desfalque de Wilian Simões com problema na coxa esquerda, e vem ocupando a posição com regularidade.

Prestes a jogar mais uma partida no Castelão com a camisa do Sampaio, Gilton projeta um jogo difícil contra o Náutico, mas espera poder ajudar a equipe da Bolívia a conquistar a vitória e quebrar a sequência de empates: “Chegou a hora de voltar a vencer em casa. Vamos enfrentar uma equipe forte, num confronto direto, mas nosso grupo está preparado para ir buscar esses três pontos”.

Ciente do papel da torcida num jogo dessa dimensão, Gilton aproveita para convocar a massa Tricolor: “A torcida tem que ser o nosso décimo segundo jogador. Sabemos da força do nosso torcedor e contamos com o estádio cheio para superar o Náutico nessa partida complicada”, pontuou o lateral Tricolor, chamando a Nação boliviana a encher o Castelão.
Fonte: Sampaio Corrêa

Sampaio estreia na Copa do Nordeste contra o Sport, atual campeão



 A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a tabela básica da Copa do Nordeste 2015. A competição terá inicio no dia 4 de fevereiro, e dá ao campeão uma vaga na Copa Sul-Americana.

O Sampaio integra o grupo B da competição, e terá pela frente, logo na primeira rodada, o Sport Recife, atual campeão do campeonato. Socorrense-SE e Coruripe-AL completam a chave do Tricolor maranhense.

Os melhores times de cada chave, além dos três melhores segundos colocados, avançam às quartas de final do torneio.

A Copa do Nordeste tem início dia 04 de fevereiro, abrindo o calendário do futebol nordestino em grande estilo.
Fonte: Sampaio Corrêa

Maranhão Vôlei estreia em casa na Superliga contra equipe paulista



O Maranhão Vôlei já conhece seu primeiro adversário na Superliga feminina de Vôlei na temporada 2014/2015. Trata-se do Molico (SP), campeão na temporada 2011/2012, primeiro colocado na fase de classificação do ano passado e que tem a ponteira Sheila, da Seleção Brasileira como principal jogadora.  O jogo será realizado no Castelinho, dia 11 de novembro, às 20h15.  

No ano passado, a equipe maranhense teve a maior média de público de toda a Superliga. Vale lembrar que diante do próprio Molico, mais de seis mil pessoas compareceram ao Castelinho. Na temporada passada, o Maranhão Vôlei foi derrotado nas duas oportunidades em que jogou com a equipe paulista por 3 sets a 0.  

- Nossa equipe está mais experiente. Temos jogadoras que já passaram por vários times e que devem nos ajudar bastante esse ano. A Superliga desta temporada estará ainda mais forte do que na temporada passada . Esperamos que nosso torcedor volte a comparecer nos jogos no Castelinho e nos ajudar como fez na Superliga passada - declarou o técnico Chicão.  

A Superliga feminina contará com 13 equipes e terá início somente no dia 7 de novembro, já que os clubes só contarão com as atletas que estão defendendo a seleção brasileira no Mundial da Itália a partir do dia 15 de outubro. São Paulo também tem o maior número de times neste naipe: Sesi-SP, Molico, E.C. Pinheiros, São Cristóvão, São Caetano, São Bernardo Vôlei, Uniara/AFAV e São José dos Campos. De Minas Gerais, estão Praia Clube e Minas e os outros participantes são de diferentes locais. O Rio de Janeiro é do Rio de Janeiro, Brasília Vôlei é do Distrito Federal, Rio do Sul, de Santa Catarina, e Maranhão, do Maranhão.
Fonte: G1 Maranhão